Amém."
sábado, 7 de agosto de 2010
ORAÇÃO
Amém."
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
GUIMARÃES ROSA
“O senhor… mire, veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam, verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra montão.“
João Guimarães Rosa
João Guimarães Rosa
domingo, 1 de agosto de 2010
POEMA DE AMOR
SUAVE AMOR
É tão suave a tua mão na minha face
Já não me sinto tão sozinho
Na praia triste do meu ser
Oh, meu amor...
É tão suave a minha espera
Pois sei que não me deixará!
Não! Nunca mais...
O rio vai ao mar
Como eu vou te encontrar
Vivendo esse suave amor
Esse tão grande amor...
Esse imenso..
Esse suave amor.
Olívio Cerqueira (outono de 2001)
FLOR DO IPÊ
Flor do ipê que cai dolente
Na terra ocre do gerais
Parece um tapete rosa
Onde eu choro os meus ais.
Quando eu passar não
Não jogues flores pelo chão
Cada flor que o vento leva
Faz doer meu coração
Ai...faz doer meu coração.
Existem flores mais formosas
A do ipê eu amo mais
Pois faz lembrar da minha terra
Nas tardes frias outonais.
O ipê roxo é paixão.
O amarelo a alegria
O rosa é a poesia
Que mora no meu coração
Quando eu passar não
Não jogues flores pelo chão
Cada flor que o vento leva
Faz doer meu coração
Ai...faz doer meu coração.
Olívio Cerqueira
outono de 2010
PEQUIZEIRO

PEQUIZEIRO EM FLOR
Passo preto na gaiola
Fez um buraquim vuô,
assentou num pequizeiro
Cobertinho de fulô
O meu amor fez como o passarinho
Partiu voando sem dizer adeus
Me fez chorar, me fez cantar de dor...
Vivo agora nesse mundo triste
A chorar a perda desse amor
Os meus olhos já não podem ver
Um pequizeiro em flor.
Olívio Cerqueira
Inverno de 2002
Suave amor
É tão suave a tua mão na minha face
Já não me sinto tão sozinho
Na praia triste do meu ser
Oh, meu amor...
É tão suave a minha espera
Pois sei que não me deixará!
Não! Nunca mais...
O rio vai ao mar
Como eu vou te encontrar
Vivendo esse suave amor
Esse tão grande amor...
Esse imenso..
Esse suave amor.
Olívio Cerqueira (outono de 2001)
sábado, 31 de julho de 2010
NÃO SEI QUEM SOU
Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos
que torcem para reflexões falsas
uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor,
eu sinto-me vários seres.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,
como se o meu ser participasse de todos os homens,
incompletamente de cada (?),
por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço."
Fernando Pessoa
domingo, 25 de julho de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)

