sexta-feira, 11 de maio de 2012

aniversário de Luciana Axé 2012

Dia 13 de maio é uma data muito especial.
É o dia de Nossa Senhora de Fátima,
Dia da "Abolição da Escravatura" no Brasil e
o DIA DO ANIVERSÁRIO DE LUCIANA AXÉ
 (Luciana de Fátima) em homenagem
a Santa.
Por tudo isso e muito mais desejo a você, Luciana Axé muitas
felicidades, não por ser uma lembrança unual mas, pelo que você
representa todos os dias da sua existência.
A BÊNÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

QUE A SUA VIDA SEJA SEMPRE ODARA! 

domingo, 6 de maio de 2012

10 anos do Grupo de Oração N.Sra. da Rosa Mística







PROJETO TERRA FORMICIS

terça-feira, 1 de maio de 2012

PROJETO ZANZA CROMA


APRESENTAÇÃO DA COMUNIDADE QUILOMBOLA SÃO FÉLIX  NO VII ENCONTRO DOS POVOS DO PARQUE GUIMARÃES ROSA - 100 ANOS DE GUIMARÃES ROSA - 2008

CLARO DOS POÇÕES - MG


PROJETO SOARTE - MOMENTO DE DESCONTRAÇÃO

domingo, 15 de abril de 2012

Centenário de Montes Claros - 1957

 CADETRAL DE N. SRA. APARECIDA E SÃO JOSÉ


 PRAÇADR. JOÃO ALVES


PRAÇA CEL. RIBEIRO


 PRAÇA DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA



PRAÇA DR. JOÃO CHAVES



RUA DR. SANTOS








 RUA PRESIDENTE VARGAS




RUA RUI BARBOSA

sábado, 7 de janeiro de 2012

Canto Gregoriano




O CANTO GREGORIANO

São Gregório e o Canto Gregoriano - Unificação da Música Litúrgica.
Postado por Cristão Católico In Artigos, Cantos Gregorianos | 0 comentários»

A unificação da música litúrgica concebida por São Gregório tornou-se conhecida como Canto Gregoriano. Embora sucessivas pesquisas tenham alterado pouco à pouco a interpretação dos neumas (meios de notação musical e avaliação rítmica usados do século IX ao XII), há áreas em que as diferenças entre os investigadores se mantêm até os nossos dias.

O processo de unificação, e sobretudo, de implantação, foi progressivo e lento, dando lugar a diversas exceções em que foram reconhecidas liturgias não gregorianas. É o caso do Canto Visigótico, que passou a ser conhecido por Canto Moçárabe; termo anacrônico, anterior à invasão da península espanhola pelos árabes que se conservou até 1071, quando foi abolido por Gregório VII. Nos fins do século XI, esta modalidade só era praticada em poucas Igrejas, mas foi recuperado pelo Cardeal Cisneros, que fundou a capela moçárabe da Catedral de Toledo (Espanha) e editou o Missale e o Breviarium, cantos moçárabes em 1500 e 1502, respectivamente.


Ao regulamentar o canto litúrgico cristão, mantém-se o princípio da homofonia, ao qual se acrescenta a ausência de acompanhamento instru-mental. É destas características que vem o nome de Canto Chão, (do latim, Cantus Planus) utilizado pela primeira vez como sinônimo de canto gregoriano por Jerônimo de Moravia, por volta de 1250. Porém, o termo não é muito adequado para denominar o canto religioso dos séculos XVII e XVIII.

O sistema musical do Canto Gregoriano baseia-se no sistema chamado Modal, embora tenha sofrido adaptações sob a forma estabelecida pelos gregos. A primeira diferença é a do sentido, descendente para os gregos e ascendentes no gregoriano. Nas duas formas, coincidem no número, oito, em sua origem. Nestes casos, os ímpares se conhecem como autênticos e os pares como Plagales, por derivarem dos primeiros. Juntaram-se, no século XVI, os modos maiores e menores da música posterior, bem como os respectivos plagales. Assim se chegou aos doze modos, chamados: dórico, hipodórico, frígio, hipofrígio, lídio, hipolídio, mixolídio, hipomixolídio, jónico, hipojónico, eólico e hipoeólico. O fato de ter utilizado, para os oito primeiros, as denominações gregas foi a causa de que se generalizara a idéia da sua correspondência com os modos gregos.

Mantinha-se a homofonia e o ritmo era baseado na pronúncia silábica. Introduziram-se as mudanças com as quais a nota podia corresponder a uma sílaba ou a um conjunto de sílabas, surgindo a vocalização. Foram-se acumulando este e outros "desvios" com o decorrer dos séculos até ao Motu Proprio do Papa Pio X, no princípio deste século que implicou uma revisão e reconsideração de todo o corpo gregoriano, libertando-o de todas as "impurezas" acumuladas pelo tempo.

Por volta do século IX surgiu a Pauta Musical. O monge italiano Guido d'Arezzo (995 - 1050), sugeriu o uso de uma pauta de quatro linhas. O sistema é usado até hoje no canto gregoriano. A utilização do sistema silábico de dar às notas deve-se também ao monge Guido d'Arezzo e encontra-se num hino ao padroeiro dos músicos, São João Batista:

Ut queant laxit Ut queant laxit
Ressonare fibris
Mira gestorum Mira gestorum
Famuli tuorum
Solvi polluti Solvi polluti
Labii reatum
Sancte loannes

Para adequar a sílaba com a pronúncia, o Ut foi substituído pelo Do

domingo, 18 de dezembro de 2011

Arte de Olívio Cerqueira



São Francisco em terracota


 Busto em cerâmica






 Pintura - Afro




 Cocás em terrcota



 Artesanato - Pota Lápis e Orátórios





 São Francisco de Assis em terracota



porta lápis em terracota